quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Cruz de Malta

A cruz de Malta ou cruz de São João é identificada como o símbolo do guerreiro cristão. É uma cruz com oito pontas e tem a forma de quatro braços em V que se juntam em suas bases. Seu desenho é baseado nas cruzes usadas desde a Primeira Cruzada.
Emblema dos Cavaleiros de São João, que foram levados pelos turcos para a ilha de Malta. A força de seu significado vem de suas oito pontas, que expressam as forças centrípetas do espírito e a regeneração. Até hoje a Cruz de Malta é muito utilizada em condecorações militares.

 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A luz resplandece nas trevas...

E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos; que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma.
Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.
Mas se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.
Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.
Meus filhinhos, estas coisas que vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.

(Primeira Epístola do Apóstolo João)
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A passagem

De duas coisas uma: ou a morte é uma destruição absoluta, ou ela é a passagem de uma alma para um outro lugar. Se tudo deve se exterminar, a morte será como uma dessas raras noites que passamos sem sonho e sem nenhuma consciência de nós mesmos. Mas se a morte não é senão uma mudança de morada, a passagem para um lugar onde os mortos devem se reunir, que felicidade nele reencontrar aqueles a quem se conheceu! Meu maior prazer seria o de examinar de perto os habitantes dessa morada, e de aí distinguir, como aqui, aqueles que são sábios daqueles que crêem sê-lo e não o são. Mas é hora de nos deixarmos, eu para morrer, vós para viver.

(Sócrates para seus juízes - Trecho extraído da Introdução ao Evangelho Segundo o Espiritismo)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

23 de novembro - Dia internacional do livro

Pouco se sabe sobre seu nascimento, mas ele é o símbolo natural da sabedoria e o siginificado do conhecimento. Sua história começa oficialmente com o invento dos tipos móveis, pelo alemão Johanes Guttenberg, em 1438, que proporcionou a reprodução de obras, fazendo com que ficassem acessíveis a um maior número de pessoas. O primeiro livro a ser impresso foi a Bíblia, e antes dessa invenção, os livros eram copiados à mão. No oriente, sua história é mais antiga, sendo que existem documentos japoneses impressos, datados entre 764 e 770.


Mistérios ocultos aos sábios e aos prudentes

Então Jesus disse estas palavras: Eu vos rendo glória, meu Pai, Senhor do céu e da Terra, por haverdes ocultado essas coisas aos sábios e aos prudentes, e por as haver revelado aos simples e aos pequenos. (São Mateus, cap. XI, v. 25).

 Pode parecer singular que Jesus renda graças a Deus por ter revelado essas coisas aos mais simples e aos pequenos, que são os pobres de espírito, e de tê-las ocultado aos sábios e aos prudentes, mais aptos, em aparência, a compreendê-las. É preciso entender, porém, pelos primeiros, os humildes que se humilham diante de Deus, e~não se crêem superiores a todo o mundo; e, pelos segundos, os orgulhosos, envaidecidos de sua ciência mundana, que se crêem prudentes porque negam, tratando Deus de igual para igual quando não o negam; porque na antiguidade, prudente era sinônimo de sábio, por isso Deus lhes deixa a procura dos segredos da Terra, e revela os do céu aos mais simples e humildes, que se inclinam diante dele.

Ocorre o mesmo hoje com as grandes verdades reveladas pelo Espiritismo. Certos incrédulos se espantam de que os Espíritos façam tão poucos esforços para os convencer; é que estes últimos se ocupam daqueles que procuram a luz de boa-fé e com humildade, de preferência àqueles  que crêem possuir toda a luz, e parecem pensar que Deus deveria estar muito feliz em conduzi-los para si, provando-lhes que existe.

O poder de Deus brilha nas pequenas como nas grandes coisas; ele não coloca aluz sob o alqueire, uma vez que a derrama com abundância por toda parte; cegos, pois aqueles que não a vêem. Deus não quer lhes abrir os olhos à força, uma vez que lhes apraz tê-los fechados. Sua vez virá, mas é preciso primeiro que sintam as angústias das trevam e reconheçam Deus, e não o acaso, na mão que atinge seu orgulho. Ele emprega, para vencer a incredulidade, os meios que lhe convêm segundo os indivìduos; não cabe ao incrédulo prescrever-lhe o que deve fazer, e dizer-lhe: Se quereis me convencer, é preciso para isso escolher esta ou aquela maneira, tal momento antes que um outro, poque esse momento está na minha conveniência.

Que os incrédulos não se espantem, pois, se Deus, e os Espíritos que são os agentes da sua vontade, não se submetem às suas exigências. Que se perguntem o que diriam se o último de seus servidores quisesse se impor a eles. Deus impões suas condições e não se sujeita às deles; escuta com bondade aqueles que a ele se dirigem com humildade, e não àqueles que se crêem mais do que ele.

Deus, dir-se-á, não poderia atingi-los pessoalmente com sinais manifestos em presença dos quais o incrédulo mais endurecido deveria se inclinar? Sem dúvida, ele o poderia, mas então, onde estaria seu mérito, e, aliás de que isso serviria? Não são vistos, todos os dias, negarem-se à evidência e mesmo dizerem: Se eu visse não creria, porque sei que é impossível? Se eles se recusam em reconhecer a verdade é porque seu espírito não está ainda maduro para compreendê-la, nem seu coração para senti-la. O orgulho é a catarata que obscurece sua vista; de que serve apresentar a luz a um cego? é preciso, pois, primeiro curar a causa do mal e, como o  médico hábil, corrige primeiramente o orgulho. Ele não abandona, pois, seus filhos perdidos; sabe que, cedo ou tarde, seus olhos se abrirão, mas quer que isso seja por sua própria vontade, e, então, vencidos pelos tormentos da incrdulidade, lançar-se-ão por si mesmos nos seus braços e, como o filho pródigo, lhe pedirão graça.

(Evangelho segundo o Espiritismo - CapítuloVII - Bem-aventurados os pobres de espírito)



terça-feira, 22 de novembro de 2011

Último capítulo

Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de D. Plácida, nem a semidemência do Quincas Borba. Somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: — Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.
Memórias Póstumas de Brás Cubas

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

I CHING

62. O PEQUENO SUCESSO .  O grande nasce pequeno. O pássaro que voa baixo é ouvido por todos. Dedique-se aos pequenos projetos. Seja humilde e moderado em suas palavras e ações, cultive o simples, desta forma estará adquirindo experiência e sabedoria.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A Insustentável Leveza do Ser - II



2. Se cada segundo da nossa vida tiver de se repetir um número infinito de vezes, ficamos pregados à eternidade como Jesus Cristo à cruz. Que ideia atroz! No mundo do eterno retorno, todos os gestos têm o peso de uma insustentável responsabilidade. Era o que fazia Nietzsche dizer que a ideia do eterno retorno é o fardo mais pesado(das schwerste Gewicht).
Se o eterno retorno é o fardo mais pesado, então, sobre tal pano de fundo, as nossas vidas podem recortar-se em toda a sua esplêndida leveza.
Mas, na verdade, será o peso atroz e a leveza bela?
O fardo mais pesado esmaga-nos, verga-nos, comprime-nos contra o solo. Mas, na poesia amorosa de todos os séculos, a mulher sempre desejou receber o fardo do corpo masculino. Portanto, o fardo mais pesado é também, ao mesmo tempo, a imagem do momento mais intenso de realização de uma vida. Quanto mais pesado for o fardo, mais próxima da terra se encontra a nossa vida e mais real e verdadeira é.
Em contrapartida, a ausência total de fardo faz com que o ser humano se torne mais leve do que o ar, fá-lo voar, afastar-se da terra, do ser terrestre, torna-o semi-real e os seus movimentos tão
livres quanto insignificantes.
Que escolher, então? O peso ou a leveza?
Foi a questão com que se debateu Parménides, no século VI antes de Cristo.
Para ele, o universo estava dividido em pares de contrários: luz-sombra; espesso-fino; quente-frio; ser-não ser. Considerava que um dos pólos da contradição era positivo (o claro, o quente, o fino, o ser) e o outro, negativo.
Esta divisão em pólos positivos e negativos pode parecer de uma facilidade pueril. Excepto num caso: o que é positivo: o peso ou a leveza?
Parménides respondia que o leve é positivo e o pesado, negativo.
Tinha razão ou não? O problema é esse. Mas uma coisa é certa: a contradição pesado-leve é a mais misteriosa e ambígua de todas as
contradições.
(Milan Kundera)

A Insustentável Leveza do Ser - I

1. O eterno retorno é uma ideia misteriosa de Nietzsche que, com ela, conseguiu dificultar a vida a não poucos filósofos: pensar que, um dia, tudo o que se viveu se há-de repetir outra vez e que essa repetição se há-de repetir ainda uma e outra vez, até ao infinito!
Que significado terá este mito insensato?
O mito do eterno retorno diz-nos, pela negativa, que esta vida, que há-de desaparecer de uma vez por todas para nunca mais voltar, é semelhante a uma sombra, é desprovida de peso, que, de hoje em diante e para todo o sempre, se encontra morta e que, por muito atroz, por muito bela, por muito esplêndida que seja, essa beleza, esse horror, esse esplendor não têm qualquer sentido. Não vale mais do que uma guerra qualquer do século XIV entre dois reinos africanos, embora nela tenham perecido trezentos mil negros entre suplícios indescritíveis.
Mas algo se alterará nessa guerra do século XIV entre dois reinos africanos se, no eterno retorno, se vier a repetir um número incalculável de vezes?
Sem dúvida que sim: passará a erguer-se como um bloco perdurável cuja estupidez não terá remissão.
Se a Revolução Francesa se repetisse eternamente, a historiografia francesa orgulhar-se-ia com certeza menos do seu Robespierre.
Mas, como se refere a algo que nuncamais voltará, esses anos sangrentos reduzem-se hoje apenas a palavras, teorias, discussões, mais leves do que penas, algo que já não aterroriza ninguém. Há uma
enorme diferença entre um Robespierre que apareceu uma única vez na história e um Robespierre que eternamente voltasse para cortar a cabeça aos franceses.
Digamos, portanto, que a ideia do eterno retorno designa uma perspectiva em que as coisas não nos aparecem como é costume,porque nos aparecem sem a circunstância atenuante da sua fugacidade. Essa circunstância atenuante impede-nos, com efeito, de pronunciar um veredicto.
Poderá condenar-se o que é efêmero? As nuvens alaranjadas do poente iluminam tudo com o encanto da nostalgia; mesmo a guilhotina.
Não há muito, eu próprio me defrontei com o facto: parece incrível mas, ao folhear um livro sobre Hitler, comovi-me com algumas das suas fotografias;faziam-me lembrar a minha infância passada durante á guerra; diversas pessoas da minha família morreram nos campos de concentração dos nazis; mas o que eram essas mortes comparadas com uma fotografia de Hitler que me fazia lembrar um tempo perdido da minha vida, um tempo que nunca mais há-de voltar?
Esta minha reconciliação com Hitler deixa entrever a profunda perversão inerente a ao mundo fundado essencialmente sobre a inexistência de retorno, porque nesse mundo tudo se encontra previamente perdoado e tudo é,portanto, cinicamente permitido.
(Milan Kundera)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

I Ching

64 . ANTES DA CONCLUSÃO . O ciclo de mudanças continua eternamente, uma novidade paira no ar. Mude de planos, conquiste aliados sendo generoso e sincero, saiba dividir os benefícios que receber. Sendo prudente e firme alcançará a sua meta. Não tenha medo, você é capaz. Confie.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Saber, ousar, fazer e calar - Saint Germain

Conceitos dados por Saint Germain

SABER: buscar o conhecimento; ter interesse; aprender; ler e reler; estudar os ensinamentos.

OUSAR: Ser destemido; tentar; persistir; ter fé; acreditar; confiar; quando cair - levantar e tentar novamente.

FAZER: Por em prática o que aprende; comandar; apelar; decretar; invocar; visualizar; aplicar e divulgar os ensinamentos.

CALAR: Ser humilde; adquirir discernimento; não se vangloriar; entrar no Grande Silêncio; refletir, meditar; interiorizar o que aprende.



SABER: Não duvidar do que aprendeu, ter plena confiança no que você leu, estudou, não duvidar de si próprio.

OUSAR: não ter medo de falar, perguntar, pregar ou qualquer coisa que lhe vier a frente, pois pode fazer parte do plano divino que Deus lhe concebeu, portanto não hesite!

FAZER: Faça o que quiseres porque o que você quer é lei, não se condene com as suas obrigações, apenas siga o seu coração, e faça o que desejar, pois no final Deus faz tudo acontecer com maestria e perfeição.

CALAR: Não explique, escute, entenda o grau de consciência de cada um, cada um tem o seu, portanto cala-te e escute, isso vai fazer você aumentar tanto o seu grau de consciência como o da pessoa que fala.




SABER: para mim é ter consciência da Verdade Divina, que só adquirimos com a conexão plena com nosso CRISTO PESSOAL.

OUSAR: é ter coragem de agir com o coração verdadeiro, consciente que o medo pode até existir, mas não oferece resistência ao AMOR.

FAZER: é agir com sabedoria, amor e conforme a vontade de DEUS.

CALAR: esta é minha grande dúvida cada vez que recebo as apostilas dos GUARDIÃES DA CHAMA,... Será guardar o conhecimento e saber expressá-lo só no momento certo?

Será calar para ouvir o que DEUS e os MESTRES têm a nos dizer? Será para simplesmente ouvir? Ou tudo isto e tudo o mais que as outras irmãs escreveram. Adorei as colocações delas. Tenho que refletir mais sobre o CALAR. Acho que meu SANTO CRISTO PESSOAL me dará a resposta quando for a hora,... Quem sabe a hora é agora com as opiniões de vocês.




SABER: Ter fé no conhecimento adquirido

OUSAR: Ter coragem e persistência no uso desse conhecimento

FAZER: Atuar conforme a fé desenvolvida

CALAR: Usar o poder da palavra de modo racional e em concordância com o SABER e o FAZER




Saber: ler buscando o entendimento interno, concentrando sua consciência no ensinamento. Se possível ler em voz alta, buscando gerar um momentum sagrado. Saber que mesmo com todos os seus esforços você está suscetível a tudo que sua inconsciência gerou e tem que consumi-la no fogo sagrado da sua nova consciência. Saber que você não está livre do sofrimento, mas também não está mais preso em Maya. Saber que a Unidade de cada um também tem acesso a você.

Ousar: estender cada vez um pouco mais os limites de suas atitudes, aquelas que antes achava que não iria conseguir realizar, testar suas habilidades dia após dia e direcioná-las para a realização de obras. Ousar dedicar todas as suas obras a Deus. Ousar transforma-se de acordo com o conhecimento que estuda em todos os momentos. Ousar manter-se em paz independente das condições internas ou externas.Ousarinvocar os Poderes inerentes a Sagrada Presença, estendendo até onde puder  alcançar.

Fazer: de cada atitude sua uma oração. Fazer é ir colocando em sua vida tudo que Sua Sagrada Presença aprova como manifestação do seu plano divino.

Calar: é sentir quando alguém precisa de ajuda, mas não está pronta para aceitá-la. É sentir no fundo da sua alma que sua vida sem o Momentum auto-gerado do Amor estendido com a Sua Sagrada Presença, ou mesmo essa simples lembrança você é tão vazio e pequeno, tão teórico como areia no vento.É entrar no Grande Silêncio.




SABER a hora de agir, e saber a hora de observar.

 OUSAR: tomar a atitude e ousar dar sua vez a outros.

 FAZER o que é preciso para seguir sempre em frente, as mudanças, as observações, o aquietamento, a busca constante.

 CALAR sempre, diante da glória, diante da humilhação, diante da contemplação, da observação, da iluminação, da União com nossa Luz.




SABER: aplicar o conhecimento para que ele possa ser ancorado no âmago do ser; transmitir o conhecimento para que ele possa ser multiplicado.

OUSAR: atingir as alturas dos Mestres de sabedoria, se Eles completaram as suas missões, resgataram seu karma e unificaram-se a Deus, nós também podemos atingir estas metas.

FAZER: procurar ser hoje melhor que ontem e amanhã melhor que hoje.

CALAR: falar somente o necessário.

(www.luzdegaia.org )

Esoterismo e 11/11/11

O número 11 é amplamente reverenciado por estar associado à ancestralidade e ao culto dos antepassados, pois indica o retorno, a origem, a fecundidade e uma nova vida que se inicia.
No tarot, é a representação da carta A Força, cuja letra hebraica é Kaph - que corresponde ao nome Chabiri, ou seja, o primeiro céu, a primeira causa que movimenta tudo aquilo que pode ser movido. O significado desta letra é a mão humana como um conceito de força e segurança. Os maçons se apropriaram da palavra Kaph e a utilizaram como a simbologia de Kodesh ou Kadosh - 3 vezes Deus, nome da divindade dos judeus, que significa o coração divino.
Tudo o que for mentalizado tem grande chance de concretizar de acordo com seu merecimento. Por todo esse conteúdo simbólico, você terá auxilio espiritual contra as adversidades para obter o triunfo.
A data de hoje, 11/11/11, nos concede também a ideia da casa divina, do telheiro, do albergue e por ser composta de uma raiz espiritual é constantemente associado à pedra, firmeza, na qual será construído um forte alicerce.
A partir das 11 horas as pessoas estarão dotadas de uma extraordinária intuição quando o assunto se referir a descoberta da verdade, bastando um olhar para identificar a intenção do próximo. É normal que seja deixado de lado o que é vago e abstrato. Todos os contratos firmados, incluindo casamentos, neste dia trarão um excelente resultado.
Portanto, esta sexta-feira retrata um novo horizonte que se manifestará na vida das pessoas que conseguirão realizar "milagres", porque a fé se tornará ainda mais inabalável. Claro que estamos tratando de uma explicação espiritualizada, porém, cabalística que há séculos é muito respeitada.

(Monica Buonfiglio - www.terra.com.br )

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

(11 / 11) / 11 = 0,0909090909

O Portal 11:11:11 e o seu Significado

Os Portais 11:11 são sempre momentos quando o Planeta experimenta um fluxo de Iluminação Espiritual. Este é o primeiro maior Portal Estelar após o Portal do Leão e o Vórtice Harmônico 8:8 em Agosto. Entretanto, este ano a energia é especialmente poderosa já que o duplo Portal 11 habitual foi elevado para um nível de um portal 11 triplo.

O vórtice de triplo 11 representa a culminação das energias que foram iniciadas na entrada do triplo 7 ou 7:7:7 em Julho deste ano, precisamente quando o Portal do Leão se abriu. Neste evento a energia ativou o completo Sistema de Doze Chacras dos Humanos Ascendidos Multi-Dimensionais. Nos últimos meses passados vocês, como Trabalhadores da Luz e membros da primeira onda de Ascensão, vêm trabalhando para equilibrar seu Sistema de Doze Chacras e facilitar a ativação dos chacras inferiores com as avançadas energias do Raio Laranja-Rosa, com a assistência do Divino feminino através do despertar das energias do Solar Feminino no Planeta.

Agora, à medida que este equilíbrio é alcançado, vocês são capazes de trabalhar com as energias do Portal Estelar 11:11:11 para trazer os Aspectos Superior e Inferior do seu Ser dentro de completa Harmonia e Alinhamento. Este equilíbrio é alcançado no Chacra do Coração e a importância de estar dentro da Luz do seu Coração e permitir as energias do Coração fluírem neste momento não pode deixar de ser enfatizada.

Não importa quanta negatividade e caos vocês vêem no mundo externo, saibam que este é o momento certo para vocês passarem para dentro da Absoluta Integridade de Intenção e Propósito para alinhar o seu Ser Superior com o seu Ser Inferior e fazer de sua vida uma expressão da Energia Radiante da sua Alma e Espírito. Este também não será um passo fácil para aqueles que escolheram fazer isto, porque tudo o que houver em sua vida que não esteja alinhado com seu Propósito será arrancado de você. Isso significará o fim de relacionamentos e mudanças de trabalho que podem ser chocantes pela sua
rápida e intensa desintegração.

Mas, não importa o que aconteça, este é um tempo de absoluta Honestidade, Integridade e Abertura para seu Ser e para os Outros. Estiveram trabalhando, durante os últimos meses, para chegar ao ponto em que suas escolhas são feitas a partir do Coração. Agora essa habilidade vai servir bem a vocês. Quando começarem a demonstrar a realidade da Consciência da Nova Terra, só verão Amor e Beleza. Quando o Velho se vai para deixar lugar ao Novo, vocês responderão com Aceitação e Graça. Saberão que há um Propósito Superior em tudo o que ocorre, sem que importa como isso pareça ou seja percebido por vocês.

Sintomas Energéticos e Físicos do Portal 11:11:11

- Esgotamento físico e necessidade de dormir muitas horas. Isso é porque seus Corpos Físicos e Emocionais estão alinhados com as vibrações Superiores dos Corpos Espirituais para facilitar o completo alinhamento dos seus Aspectos Superior e Inferior.


- Estresse Emocional e fim de relacionamentos. Tudo o que não estiver em integridade, terminará. Alguns finais podem incluir hostilidade à medida em que raivas reprimidas venham à superfície.

- Depressão e tristeza. Um sentimento de ser incapaz de enfrentar ou estar fracassando. Não se preocupem. Isto tem que ser assim e seu Aspecto Superior vai estar dirigindo esse processo de alinhamento. Não é uma prova nem há nada por que passar ou falhar. Se estiverem experimentando estes sintomas de alinhamento, então, já triunfaram neste seguinte passo de seu processo de Ascensão.

- Aumento do caos aparente em sua vida. À medida em que vocês se tornam mais centrados na paz e na quietude de sua Alma e de sua Essência Divina no processo de alinhamento, o mundo externo parecerá cada vez mais caótico e frenético. Não permitam que isto os desequilibre. Permaneçam dentro da sua paz e sua calma neste momento maravilhoso.

- Sentimentos de vazio e solidão e tendência ao choro. Isto é parte da completa entrega ao Aspecto Superior. Vocês liberaram a posse do seu próprio Ego Inferior e entregaram o comando ao Superior. Este processo de alinhamento representa um "não espaço" ou "vazio" no qual o Ser Egóico pode se sentir muito só e perdido. Não permitam que isto subjugue vocês. Saibam justamente que isso passará e vocês avançarão para a completa realização do seu potencial como um Anjo Humano.

- Profundos sentimentos de Paz e Gratidão à medida em que o alinhamento é completado e vocês passam para a plena experiência do Portal 11:11:11. À medida em que despertam para as Mudanças Internas celebrarão o intenso poder que sentirão como se os Aspectos Superiores e Inferiores se juntassem e o fluxo da Energia Cristal e da Consciência Superior passassem através dos seus corpos e dentro do sistema de Rede Cristalina do Planeta. Vocês começarão a sentir um sentimento de completa Harmonia entre si mesmos e o Planeta enquanto suas energias de Nona Dimensão se ativam completamente dentro do Sistema da rede Cristalina. É hora de celebrar!
(Camila Quinteros - www.camilafengshui.com.br )

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

22 anos da queda do Muro de Berlim


O Muro de Berlim (em alemão Berliner Mauer) era uma barreira física, construída pela República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) durante a Guerra Fria, que circundava toda a Berlim Ocidental, separando-a da Alemanha Oriental, incluindo Berlim Oriental. Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: República Federal da Alemanha (RFA), que era constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos; e República Democrática Alemã (RDA), constituído pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético. Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.
A distinta e muito mais longa fronteira interna alemã demarcava a fronteira entre a Alemanha Oriental e a Alemanha Ocidental. Ambas as fronteiras passaram a simbolizar a chamada "cortina de ferro" entre a Europa Ocidental e o Bloco de Leste.
Antes da construção do Muro, 3,5 milhões de alemães orientais tinham evitado as restrições de emigração do Leste e fugiram para a Alemanha Ocidental, muitos ao longo da fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental. Durante sua existência, entre 1961 e 1989, o Muro quase parou todos os movimentos de emigração e separou a Alemanha Oriental de Berlim Ocidental por mais de um quarto de século.[1]
Durante uma onda revolucionária que varreu o Bloco de Leste, o governo da Alemanha Oriental anunciou em 9 de novembro de 1989, após várias semanas de distúrbios civis, que todos os cidadãos da RDA poderiam visitar a Alemanha Ocidental e Berlim Ocidental. Multidões de alemães orientais subiram e atravessaram o Muro, juntando-se aos alemães ocidentais do outro lado, em uma atmosfera de celebração. Ao longo das semanas seguintes, partes do Muro foram destruídas por um público eufórico e por caçadores de souvenirs, mais tarde, equipamentos industriais foram usados para remover quase todo da estrutura. A queda do Muro de Berlim, abriu o caminho para a reunificação alemã, que foi formalmente celebrada em 3 de outubro de 1990. Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra Fria. O governo de Berlim incentiva a visita do muro derrubado, tendo preparado a reconstrução de trechos do muro. Além da reconstrução de alguns trechos está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido.

(Wikipedia)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Graças e Méritos

A vida é uma graça divina que não pode ser enquadrada em uma definição, sintetizada em uma lista de condições. E a vida plena vai ainda mais além; mais do que ter corpo saudável, mente perfeita, emoções em equilíbrio, sonhos e esperanças. A vida plena vai além do sopro. É uma conexão com o mais elevado, uma ligação com a própria fonte da vida.
Há uma fonte viva de onde emanam todas as coisas. Podemos nomeá-la como preferirmos, porém, em muitos momentos, percebemos a reverberação de suas ondas, a constância de sua presença, a luminosidade de sua condução. As graças que recebemos todos os dias estão ao nosso redor, percebamos ou não. O sol nasce, o planeta gira ao redor de seu eixo, a planta cresce, o oxigênio alimenta-nos, a criança se desenvolve, a vida segue e essa é a Grande Graça.
Uma graça, como o próprio nome diz, é algo que vem gratuitamente, sem que precisemos nos esforçar ou fazer qualquer trabalho para a recebermos. As graças estão disponíveis, presentes da vida que se dá de maneira igual a todos, independentemente do mérito, Então, para que serve o mérito? Por que se empenhar em ser bom, generoso, altruísta, solidário, compassivo?
Porque, apesar de as graças já estarem totalmente disponíveis, é preciso ter mérito para reconhecê-las. Mérito é o exercício de expansão da consciência de mundo que fazemos para ver e perceber as graças que já nos foram dadas. Quem não desenvolve méritos não consegue enxergar as graças que a vida oferece, e só enxerga "des-graça".
Graça é estar vivo, ter uma nova chance de se realizar todos os dias. Mérito é a condição de perceber isso e não desperdiçar essa chance. É tempo de aprender que a vida é uma dádiva e uma responsabilidade. Antigas tradições nos falam que poder e remédio são a mesma coisa. Todos viemos revelar uma medicina para o mundo, sermos plenos, entregarmos à vida nossos dons e aí também encontrarmos a fonte de todo o nosso poder. Ter as condições é a graça; compreendê-la e realizá-la dependem dos méritos.
O exercício maior da vida, portanto, não é o sucesso profissional, a realização financeira, constituir uma família feliz ou um patrimônio sólido. O maior exercício que podemos desenvolver é o da própria consciência, Só assim seremos capazes de ver que o sucesso é a capacidade de aprender e seguir em crescimento; que a realização é a satisfação com aquilo que se alcançou; que uma família feliz depende menos de um molde externo, de uma fórmula, e muito mais do afeto, da aceitação e do acolhimento das diferenças; e que o verdadeiro patrimônio é imaterial e tem a ver com o volume de experiências e lições relamente compreendidas que forjaram os resultados de vida.
As graças são o cenário em que estamos, seja ele qual for, pois tudo está de acordo com o fluxo mais correto, O mérito são as lentes que desenvolvemos para ver melhor o cenário e reconhecer as oportunidades que este nos oferece. Apesar de as graças já estarem todas disponíveis, a vida de cada um não está definida, nem determinada, pois é no mérito que fazemos a grande diferença da caminhada.
Abrir os olhos da percepção é a grande tarefa. Tudo já está dado e disponível, mas se não somos capazes de enxergar, como poderemos usufruir de tantas graças? O primeiro e mais importante passo já demos - nascemos. Agora é preciso fazer o parto da consciência, dar luz a uma nova forma de ver e viver. Não há cegueira maior que aquela que nos impingimos pelo bloqueio da percepção.
Há um tempo para tudo na vida. Para nascer, para crescer, para ecolher, para fazer. É tempo, agora, de despertar. Abrir os olhos e, verdadeiramente, enxergar-se, perceber o que cabe a cada um realizar, transformar, refazer, abrir mão, conquistar. É tempo de Ser, e só podemos Ser experimentando a vida e desenvolvendo a própria consciência.

(Dulce Magalhães, Ph.D. - Manual da Disciplina para Indisciplinados)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Dia de finados - origem

O Dia dos Fiéis Defuntos (português europeu) ou Dia de Finados (português brasileiro), conhecido ainda como Dia dos Mortos, é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro.

Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram.

 No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, Santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.

 A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos
(Wikipedia)

A Parábola do Semeador - Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec

5 - Jesus, ao sair de casa, sentou-se à beira-mar, e uma grande multidão de pessoas reuniu-se ao seu redor. Assim, Ele subiu em um barco, e...