terça-feira, 23 de abril de 2013

Quais são as armas de Jorge?

  O imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão e afirmou que os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses.           
Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens. Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O QUE É A VERDADE ?". Jorge respondeu: "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade." "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade."
Como São Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Jorge sempre respondia: "Não, imperador ! Eu sou servo de um Deus vivo ! Somente a Ele eu temerei e adorarei".

Salve Jorge!! Que as tuas armas sejam, algum dia, as nossas armas!!

Afeições destruídas...

 
 
 
A dor gerada pela decepção e ingratidão daqueles a quem dedica os melhores sentimentos, envolve a alma em natural amargura e tristeza, fazendo o coração pesar sob mágoas e ressentimentos.
Quebram-se os sonhos e rompem-se os vínculos afetivos aos quais se apegava em regime de posse e dependência, sobrevindo, não raramente, o sentimento de culpa, o rancor, a revolta e mesmo o ódio.
A frustração afetiva, ante os complexos mecanismos da mente e a exposição à atuação de adversários espirituais, pode ainda encaminhar a infelizes e dramáticas situações, reveladoras, no entanto, da lamentável deseducação para o trato com a vida emocional.
Embora se possa identificar, no comportamento alheio, iniciativas para lesões em nossa emocionalidade, impõe-se reconhecer intransferível responsabilidade que temos para a sustentação de nosso equilíbrio emocional e para a conquista da paz interior.
No esforço de enfrentamento e recuperação dos impactos emocionais, compreendemos todos os seres humanos como espíritos imortais em evolução, aproveitando experiências educativas através de vivências, encontros, reencontros e desencontros, em aprendizado que inclui o conhecimento do próprio mundo emocional, a sublimação dos sentimentos e a expansão da capacidade de amar.
O esclarecimento espiritual, sustentado pelos fundamentos da Doutrina Espírita e pelos ensinamentos do Cristo, consiste em recurso que conforta, afetividade, que se realiza, vencendo-se o egoísmo, o sentimentalismo doentio, transformando paixões em valores que libertam a alma, tais como a fraternidade,  a alegria de conviver, a felicidade de amar sem possessão e dependência.
 
(Palavras de Luz - Jornal do Grupo Espírita Francisco Xavier - Edição março/2013. Arte:

A Parábola do Semeador - Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec

5 - Jesus, ao sair de casa, sentou-se à beira-mar, e uma grande multidão de pessoas reuniu-se ao seu redor. Assim, Ele subiu em um barco, e...