quarta-feira, 17 de julho de 2013

São Judas Tadeu, o Santo das causas impossíveis, dos casos desesperadores e aflitos...

São Judas Tadeu, glorioso Apóstolo, fiel servo e amigo de Jesus! O nome de Judas Iscariotes, o traidor de Jesus, foi causa de que fosseis esquecido por muitos, mas agora a Igreja vos honra e invoca por todo o mundo como patrono dos casos desesperados e dos negócios sem remédio. Rogai por mim que estou tão desolado. Eu vos imploro, fazei uso do privilégio que tendes de trazer socorro imediato, onde o socorro desapareceu quase por completo. Assiste-me nesta grande necessidade , para que eu possa  receber as consolações e o auxilio do céu em todas as minhas precisões, tribulações e sofrimentos. São Judas Tadeu, alcançai-me a graça que vos peço: (faça o seu pedido). Eu vos prometo, ó bendito São Judas Tadeu, lembrar-me sempre deste grande favor e nunca deixar de vos louvar e honrar como meu especial e poderoso patrono. São Judas Tadeu, rogai por nós!
 
Reze um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai.
 
 
(Fonte: Editora Santo Expedito)

segunda-feira, 13 de maio de 2013

125 anos da Lei Áurea...

A Lei Áurea libertou os negros do açoite, do trabalho sem salário e de outras afrontas a direitos que não precisariam estar previstos em lei para serem reconhecidos como inerentes ao ser humano, independentemente da nacionalidade, sexo, credo ou cor.
Mas qual será o dia em que comemoraremos a abolição da escravatura do preconceito do negro contra o negro, do negro contra o branco, do branco contra o negro e do branco contra o branco? E qual será o dia em que comemoraremos a abolição da escravatura de tantos outros preconceitos tão conhecidos e vivenciados por todos nós? Preconceito contra a mulher, contra o homem, contra o gordo, contra o magro, contra o rico, contra o pobre...
Sim, pois vivemos dominados e cercados por preconceitos. Inúmeros e variados preconceitos. Muitos chegam a passar despercebidos por nós, de tão habituados que estamos com eles, de tão enraizados que  estão. Mas eles existem e continuam escravizando a raça humana, tão ou mais cruelmente que a classe dominante na época da Lei Áurea.
Por uma efetiva abolição da escravatura e que não seja preciso esperar mais 125 anos para iniciarmos a nossa libertação!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Como utilizamos os bens que nos são confiados?


O mundo está repleto de ouro. Ouro no solo. Ouro no mar. Ouro nos cofres. Mas o ouro não resolve o problema da miséria.
O mundo está repleto de espaço. Espaço nos continentes. Espaço nas cidades. Espaço nos campos. Mas o espaço não resolve o problema da cobiça.
O mundo está repleto de cultura. Cultura no ensino. Cultura na técnica. Cultura na opinião. Mas a cultura da inteligência não resolve o problema do egoísmo.
O mundo está repleto de teorias. Teorias na ciência. Teorias nas escolas filosóficas. Teorias nas religiões. Mas as teorias não resolvem o problema do desespero.
O mundo está repleto de organizações. Organizações administrativas. Organizações econômicas. Organizações sociais. Mas as organizações não resolvem o problema do crime.
Para extinguir a chaga da ignorância, que acalenta a miséria; para dissipar a sombra da cobiça, que gera a ilusão;para exterminar o monstro do egoísmo, que promove a guerra; para anular o verme do desespero, que promove a loucura, e pra remover o charco do crime, que carreia o infortúnio, o único remédio eficiente é o Evangelho de Jesus no coração humano.
Sejamos assim, valorosos, estendendo a Doutrina Espírita que o desentranha da letra, na construção da Humanidade Nova, irradiando a influência e a inspiração do Divino Mestre, pela emoção e pela ideia, pela diretriz e pela conduta, pela palavra e pelo exemplo e, parafraseando o conceito inolvidável de Allan Kardec, em torno da caridade, proclamemos aos problemas do mundo: "Fora do Cristo não há solução."

(O Espírito da Verdade - Francisco C. Xavier e Waldo Vieira/ Espíritos diversos - ed. FEB/ Palavras de Luz - Jornal do Grupo Espírita Francisco Xavier - abril/2013)

Reforma Íntima...

Senhor!
Escuto a mim mesmo, em meus pensamentos, e sinto o Teu convite de amor para a construção da paz.
No entanto, persistentes impulsos infelizes me atraem para a perturbação e a dor.
O mundo equivocado das futilidades ocupam-me o tempo e as energias, consumindo os preciosos recursos da sensibilidade e da inteligência.
O comodismo vicioso me faz adiar propósitos construtivos, retendo-me em dificuldades intermináveis.
O medo me leva ao refúgio em ilusões, que reforçam minhas necessidades e afirmam minhas ansidedades.
A irritação incontida torna-me agressivo mesmo com aqueles a quem devo afeto e gratidão.
Contrariedades vãs evanescem a alegria de viver e entrego meu coração à amrgura e à tristeza.
Mergulho em minha alma, Senhor, e identifico tantas coisas que gostria de modificar, para ajustar-me às Tuas amorosas leis.
Esqueço as forças que me entregas para as realizações superiores do espírito, mas ainda assim , anseio pela felicidade.
Apesar da minha mente confusa e da minha vontade vacilante, compreendo os impositivos da vida para a ascensão do meu espírito.
Entendo o quanto já caminhei através da experiência até conseguir ser o que sou, do jeito que sou, e ainda divisar o caminho que me levará a ser melhor.
Percebo Teu amor a construir-me e a despertar-me a consciência para as aspirações superiores e para as conquistas engrandecedoras da alma.
Creio em Ti, aceito as Tuas leis, sinto em tudo a expressão do Teu amor infinito e isto me renova as esperanças, fortalece-me a vontade e a disposição de viver.
Apesar de tantas falhas, encanto-me com os ensinamentos do Evangelho do Cristo, sinto-me impulsionado a aprender a amar...
Agradeço-te, Senhor, por fazer-me como sou e pela oportunidade de renovar-me interiormente, de reformar-me intimamente, sublimando pouco a pouco meus sentimentos.
Ajuda-me a aproveitar o próximo momento, a próxima situação, esforçando-me para pensar melhor, falar melhor e fazer melhor, em expressões da minha alma que se educa, iluminada pelos amorosos ensinamentos de Jesus, e que busca ser feliz, cumprindo a Tua Divina Vontade.
 
Assim seja!

(Editorial de Palavras de Luz - número: 126 - abril/2013 - Jornal do Grupo Espírita Francisco Xavier/Arte: estudosceak.blogspot.com)

terça-feira, 23 de abril de 2013

Quais são as armas de Jorge?

  O imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão e afirmou que os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses.           
Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens. Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O QUE É A VERDADE ?". Jorge respondeu: "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade." "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade."
Como São Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Jorge sempre respondia: "Não, imperador ! Eu sou servo de um Deus vivo ! Somente a Ele eu temerei e adorarei".

Salve Jorge!! Que as tuas armas sejam, algum dia, as nossas armas!!

Afeições destruídas...

 
 
 
A dor gerada pela decepção e ingratidão daqueles a quem dedica os melhores sentimentos, envolve a alma em natural amargura e tristeza, fazendo o coração pesar sob mágoas e ressentimentos.
Quebram-se os sonhos e rompem-se os vínculos afetivos aos quais se apegava em regime de posse e dependência, sobrevindo, não raramente, o sentimento de culpa, o rancor, a revolta e mesmo o ódio.
A frustração afetiva, ante os complexos mecanismos da mente e a exposição à atuação de adversários espirituais, pode ainda encaminhar a infelizes e dramáticas situações, reveladoras, no entanto, da lamentável deseducação para o trato com a vida emocional.
Embora se possa identificar, no comportamento alheio, iniciativas para lesões em nossa emocionalidade, impõe-se reconhecer intransferível responsabilidade que temos para a sustentação de nosso equilíbrio emocional e para a conquista da paz interior.
No esforço de enfrentamento e recuperação dos impactos emocionais, compreendemos todos os seres humanos como espíritos imortais em evolução, aproveitando experiências educativas através de vivências, encontros, reencontros e desencontros, em aprendizado que inclui o conhecimento do próprio mundo emocional, a sublimação dos sentimentos e a expansão da capacidade de amar.
O esclarecimento espiritual, sustentado pelos fundamentos da Doutrina Espírita e pelos ensinamentos do Cristo, consiste em recurso que conforta, afetividade, que se realiza, vencendo-se o egoísmo, o sentimentalismo doentio, transformando paixões em valores que libertam a alma, tais como a fraternidade,  a alegria de conviver, a felicidade de amar sem possessão e dependência.
 
(Palavras de Luz - Jornal do Grupo Espírita Francisco Xavier - Edição março/2013. Arte:

sexta-feira, 22 de março de 2013

Queixas...



"Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados."
                                                                                                                                                        - (TIAGO, 5:9.)



A queixa nunca resolveu problemas de ordem evolutiva, entretanto, se os aprendizes do Evangelho somassem os minutos perdidos nesse falso sistema de desabafo, admirar-se-iam do volume de tempo perdido.
Realmente, muitos trabalhadores valiosos não se referem a sofrimento e serviço, com espírito de  repulsa à tarefa que lhes foi cometida.
A amizade e a confiança sempre autorizam confidências; mesmo nesse particular, contudo, vale disciplinar a conversação.
A palavra lamentosa desfigura muitos quadros nobres do caminho, além de anular grandes cotas de energia, improficuamente.
O discípulo do Evangelho deveria, antes de qualquer alusão amargosa, tranqüilizar o mundo interno e perguntar a si mesmo: "Queixar por quê? Não será a esfera de luta o campo de aprendizado? Acaso, não é a sombra que pede luz, a dor que reclama alívio? Não é o mal que requisita o concurso do bem?"
A queixa é um vício imperceptível que distrai pessoas bem-intencionadas da execução do dever justo.
Existem obrigações pequeninas e milagrosas que, levadas a efeito, beneficiariam grupos inteiros; todavia, basta um momento de queixa para que sejam irremediavelmente esquecidas.
Se alguém ou algum acontecimento te oferece ocasião ao concurso fraterno, faze o bem que puderes sem reparar a gratidão alheia e, por mais duro te pareça o serviço comum, aprende a cooperar com o Cristo, na solução das dificuldades.
A queixa não atende à realização cristã, em parte alguma, e complica todos os problemas. Lembra-te de que se lhe deres a língua, conduzir-te-á à ociosidade, e, se lhe deres os ouvidos, te encaminhará à perturbação.
 
(Vinhas de Luz - Chico Xavier)

A Parábola do Semeador - Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec

5 - Jesus, ao sair de casa, sentou-se à beira-mar, e uma grande multidão de pessoas reuniu-se ao seu redor. Assim, Ele subiu em um barco, e...